B F Skinner | Walden dos | Utopía ?

UTOPÍA | BEHAVIORISMO | CONDUTISMO | PSICOLOGIA | BARCELONA 2022

WALDEN DOS


| apuntamientos y divagaciones de algunos libros trás iniciar la carrera de psicología |

sobre experimentar o experimento e a ciência

Por muito que falamos, que fazemos rituais aos finais de semana e que durante os outros cinco dias estamos no escritório, e os universos se dissipam de suas realidades. Há casos em que nos dias da semana vivemos a vida numa magia de imagens, e é dissociativo deixar de ter consciência cósmica e viver as imagens dos exames do logos psicológico, literalmente, da fisiologia cerebral, da conduta humana determinada cartesianamente.

eis aqui a magia de Skinner, ou melhor de Walden Dos. Para mim uma contradição de visão, que ao mesmo tempo que me encanta, me atrai, me enfeitiça como um shaman, que é mais perspicaz que qualquer experimento supostamente controlado que eu pudera fazer. ¿a verdade, momentânea? não há controle. Humana.

(foto de o objeto amado)

imaginifica-accione o seu

(palavra inventada de jose balestrini)

a ciência sendo uma armadilha, uma trampa, de amor e consciência sobre aquilo que sim – talvez e esquisito, no seu mais íntimo português das raridades dos quereres da vida

bruta flor do querer, os quereres como canta caetano, essa é minha relação com skinner, ah bruta flor do querer. onde queres um sim, um não, talvez

“el control siempre descansa, en definitiva, en manos de la sociedad”

p.114 WALDEN DOS
página 191 – sobre o trabalho, o labor, e os dias

insights

uma bolsa de muitas cores, com um livro dentro e um protetor solar

finalizar um livro é também abrir espaço e tempo na vida, para outros livros. Antonio, meu professor, talvez nunca saberá o quanto suas aulas me fizeram querer mergulhar no universo científico, por outro lado, algo me puxa, e prefiro crer que não é a famigerada autosabotagem, quero que você se top, top, top!

dos experimentos que fiz na uni, me detenho as batatas, deixo a frase ao vencedor as batatas e fico com a tortilha e com cebola, talvez a feita por penélope cruz na introdução de madres paralelas.

me detenho, poderia passar horas escrevendo sobre esse livro sem citá-lo, prefiro a pureza da resposta das crianças…é a vida, é a vida, é avida.

sobre a foto de um texto que usurpei, fora do quadro um dia esteve Nori, mãe de Mari com quem vivo, na época da foto ainda nem a conhecia, e ela se ofereceu para me ajudar a montar na parede, moramos juntas pouco tempo e espero que ela esteja bem na venezuela.