quando os corpos mudam de espaços, habitações, lugares e a alma acompanha capenga, vezes vai, vezes vem, vezes fica, vezes finge que esquece, vezes lembra, vezes permanece e de quando em vezes frutifica. todavia, se perde em estações de trens, de anos e de viagens. nascem frutas sem nome no meio de malas, outras se lembram de nomes antigos para não esquecer dos lugares, devem ser lembranças daquilo que alguns nomeiam como alma




